Noite feliz na terra de ninguém: Natal de 1914

•30 janeiro, 2010 • Deixe um comentário

No Natal de 1914, em plena Primeira Guerra Mundial, soldados ingleses e alemães deixaram as trincheiras e fizeram uma trégua. Durante seis dias, eles enterraram seus mortos, trocaram presentes e jogaram futebol

Finalmente parou de chover. A noite está clara, com céu limpo, estrelado, como os soldados não viam há muito tempo. Ao contrário da chuva, porém, o frio segue sem dar trégua. Normal nesta época do ano. O que não seria normal em outros anos é o fedor no ar. Cheiro de morte, que invade as narinas e mexe com a cabeça dos vivos – alemães e britânicos, inimigos separados por 80, 100 metros no máximo.

Entre eles está a “terra de ninguém”, assim chamada porque não se sobreviveria ali muito tempo. Cadáveres de combatentes de ambos os lados compõem a paisagem com cercas de arame farpado, troncos de árvores calcinadas e crateras abertas pelas explosões de granadas. O barulho delas é ensurdecedor, mas no momento não se ouve nada. Nenhuma explosão, nenhum tiro. Nenhum recruta agonizante gritando por socorro ou chamando pela mãe. Nada.

E de repente o silêncio é quebrado. Das trincheiras alemãs, ouve-se alguém cantando. Os companheiros fazem coro e logo há dezenas, talvez centenas de vozes no escuro. Cantam “Stille Nacht, Heilige Nacht”. Atônitos, os britânicos escutam a melodia sem compreender o que diz a letra. Mas nem precisam: mesmo quem jamais a tivesse escutado descobriria que a música fala de paz. Em inglês, ela é conhecida como “Silent Night”; em português, foi batizada de “Noite Feliz”. Quando a música acaba, o silêncio retorna. Por pouco tempo.
“Good, old Fritz!”, gritam os britânicos. Os “Fritz” respondem com “Merry Christmas, Englishmen!”, seguido de palavras num inglês arrastado: “We not shoot, you not shoot!”(“Nós não atiramos, vocês também não”). 

Estamos em algum lugar de Flandres, na Bélgica, em 24 de dezembro de 1914. E esta história faz parte de um dos mais surpreendentes e esquecidos capítulos da Primeira Guerra Mundial: as confraternizações entre soldados inimigos no Natal daquele ano. Ao longo de toda a frente ocidental – que se estendia do mar do Norte aos Alpes suíços, cruzando a França –, soldados cessaram fogo e deixaram por alguns dias as diferenças para trás.

A paz não havia sido acertada nos gabinetes dos generais; ela surgiu ali mesmo nas trincheiras, de forma espontânea. Jamais acontecera algo igual antes. É o que diz o jornalista alemão Michael Jürgs em seu livro Der Kleine Frieden im Grossen Krieg – Westfront 1914: Als Deutsche, Franzosen und Briten Gemeinsam Weihnachten Feierten (“A Pequena Paz na Grande Guerra – Frente Ocidental 1914: Quando Alemães, Franceses e Britânicos Celebraram Juntos o Natal”, inédito no Brasil). 

Por: Bruno Leuzinger

Vi aqui

Grupo Elo – Calmo, Sereno e Tranquilo

•30 janeiro, 2010 • Deixe um comentário

Composição: Ivan Cláudio

Calmo,sereno e tranquilo
Sinto descanso neste viver
Isto devo a um amigo
Que só por ele eu pude obter
Ele é Jesus meu amigo
Meu Senhor, o Salvador
Só por ele ganhei a vida eterna com Deus

Triste foi sua história
Levado a cruz sem pecado algum, só porque me amou
Morreu por mim e não hesitou.

Ele é Jesus meu amigo
Meu Senhor, o SalvadorSó por ele ganhei a vida eterna com Deus.

Onde você coloca o sal?

•21 novembro, 2009 • 1 Comentário
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo de água e bebesse.
- Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
- Ruim – disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água’.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou: – Qual é o gosto?
- Bom! Disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? Perguntou o Mestre.
- Não, disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda.
Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.
Em outras palavras: É deixar de Ser copo, para tornar-se um Lago.
“Entender a vontade de Deus nem sempre é fácil, mas crer que Ele está no comando e tem um plano pra nossa vida faz a caminhada valer a pena”.
vi aqui

Quando queremos fazer o papel de Deus

•27 setembro, 2009 • Deixe um comentário

Calvin

Pipocas da Vida

•25 setembro, 2009 • 1 Comentário

pipocasMilho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente.

As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.

São pessoas de uma mesmice  e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Mas, de repente, vem o fogo.

O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: A dor!

Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: Vai morrer.

Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.

A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!

E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.

São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente,se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.

A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira!!

Deus é o fogo que amacia nosso coração,  tirando o que nele há de melhor! Acredite que para extrairmos o melhor de dentro de nós temos que , assim como a pipoca, passar pelas provas de Deus.

Talvez hoje você não entenda o motivo de estar passando por alguma coisa… Mas tenha certeza que quanto mais quente o fogo mas rápido a pipoca estoura.

Recebi de uma amiga por e-mail.

Grupo Logos – Portas Abertas

•23 agosto, 2009 • Deixe um comentário

Lição de um Pai

•9 agosto, 2009 • Deixe um comentário

forcaUm homem muito rico – dono de muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e com vários empregados à seu serviço, tinha só um filho. Único herdeiro, o rapaz não gostava do trabalho, nem de compromissos. Sua vida se resumia a festas, baladas com os amigos e muita bajulação. Preocupado, o pai sempre o advertia:

- Seus amigos só estão a seu lado porque você tem o que lhes oferecer; caso contrário o abandonariam.

O rapaz ouvia, fingia que entendia, mas logo deixava de lado os conselhos do pai.

Um dia, o pai – já avançado na idade – pediu a seus empregados que construíssem um pequeno celeiro. Dentro, ele mesmo fez uma forca e junto a ela pregou uma placa, onde se lia: Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai.

Depois, chamou o filho, levou-o até o celeiro e disse:

- Filho, eu já estou velho e, quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu. Infelizmente, já conheço o seu futuro… Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados, irá gastar todo o seu dinheiro com os amigos, depois vai vender os animais e os bens para se sustentar. E, quando não tiver mais nada a oferecer, seus amigos vão se afastar de você. Ai, quando não tiver mais nada vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos. Por isso, eu construí essa forca. Sim, ela é para você e quero que me prometa que, se acontecer o que eu acabo de dizer, você se enforcará nela!

O jovem riu, achou um absurdo mas, para não contrariar o pai, prometeu o que ele pedia, com a certeza de que as “previsões” jamais se concretizariam.

O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou a frente dos negócios. Assim como o pai havia dito, o rapaz gastou tudo, vendeu os bens, e perdeu os amigos e a própria dignidade.

Desesperado e aflito, o jovem começou a refletir sobre sua vida e viu que havia sido um tolo; lembrou-se de seu pai e chorou, enquanto lamentava não ter ouvido seus conselhos. Mas, era tarde… tarde demais.

Pesaroso, ele levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro – a única coisa que lhe restava. A passos lentos, se dirigiu até lá e viu a forca e placa empoeirada.

- Eu nunca segui as suas palavras, meu pai; não pude alegrá-lo enquanto vivia, mas pelo menos vou fazer sua vontade; vou cumprir minha promessa, já que não me resta mais nada…

Cabisbaixo, subiu os degraus e colocou a corda no pescoço. Antes mesmo de pular, ainda conseguiu dizer:

- Ah, se eu tivesse uma nova chance…

E pulou. Sentiu, por um instante, a corda apertar sua garganta mas, como o braço da forca era oco, quebrou-se facilmente. O rapaz caiu no chão e sobre ele caíram jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes, rubis e muito ouro. A forca estava cheia de pedras preciosas; junto a elas, um bilhete que dizia: “Essa é a sua nova chance; eu te amo muito! Ass. Seu Pai”.

Provérbios 4, vesículo 1: Ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes o entendimento.

Daqui

Dia do Amigo

•20 julho, 2009 • Deixe um comentário

Dia 20 de Julho é comemorado o Dia do Amigo.

Fiz um código pra mandar para os amigos:

<img src=”http://sobrepalavra.files.wordpress.com/2009/07/header-dia-do-amigo.jpg”><br><center><strong>FELIZ DIA DO AMIGO!!</strong></center>

FELIZ DIA DO AMIGO!!

É só copiar o código e colar na página de recados dos seus amigos.

Mais uma coisa: Você já falou com o aquele amigo que nunca se esquece de você? E que por nós deu a sua própria vida como preço pelo nosso perdão?

Pense nisso.

Testemunho Brian Head Welch

•19 julho, 2009 • Deixe um comentário

O testemunho de Brian Head Welch, ex- guitarrista do Korn.

Ele conta a experiencia que teve ao receber a Cristo como salvador.

Impactante

43ª Confrajovem

•19 julho, 2009 • Deixe um comentário

Ontem acabou mais uma confraternização da Umadmec – a 43ª Confrajovem, que aconteceu nos dias 16, 17 e 18 desse mês, e foi uma bênção.